Um brinde a todos que saíram da minha vida

E o meu mais sincero “muito obrigada!”. É um favor que me faz. Não que eu quisesse que você saísse, mas se tá saindo, é porque não é pra ficar, né? Depois de um tempo, a gente aprende a dizer tchau e obrigada pro que passou. Tenha sido bom ou não. O que importa a gente sabe como conservar e sabe que não vai ser passageiro, mas o resto? O resto a gente deixa a vida levar, como diria Zeca Pagodinho.

Seria hipócrita da minha parte dizer que não sinto falta das pessoas que passaram por aqui. Algumas eu lutei pra que ficassem mas depois percebi que nada forçado vale a pena. E não vale mesmo. Quem quer ficar dá seu jeito, nem precisa tanto esforço, a gente apenas sente. Mas agradeço cada um que passou por aqui, nem que seja pra dar um oi, mas que serviu pra me ensinar a ser mais forte, mesmo com todas as pancadas que recebi. Afinal, uma hora a gente aprende que não é saco de pancada e levanta mais preparado pra encarar o que aparecer. Infelizmente entrarão pessoas em nossa vida que serão chatas, que irão querer ser melhor que você e você vai ter que mandá-las a merda. HAHAHAHAHA Mas também existirão aquelas legais, leais e que se importam contigo. Essas você guarda no coração. Só que, como a vida não cansa de ser cruel sempre que tem oportunidade, talvez elas precisem ir embora. E isso não quer dizer que não foi bom. Foi ótimo, o aprendizado, a companhia e os dias que se passaram e dividiram juntos. As brigas serviram para que você amadurecesse, os dias tristes serviram pra isso também, e pra te mostrar quem realmente tá contigo. 

A gente tem que lembrar que ninguém entra ou sai da nossa vida por acaso e ficar triste com a partida de alguém é normal, mas quem permanece nos mostra que quem é essencial não nos deixa. E a gente conhece novas histórias, novos sorrisos, novas lembranças e novas pessoas que não só valem a pena, como valem a galinha inteira. E se outras tiverem que partir, tudo bem, que seja feliz. Um brinde a elas. Hora de virar a página. Próximo capítulo.

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Marina Alessandra

Marina Alessandra

Colecionadora de sonhos, estudante de Psicologia e dona desse blog aqui. Amante de música boa, fotografia e pela escrita, compartilha tudo que acontece no seu dia a dia através de suas redes sociais e pelo blog em forma de postagens e vídeos. Gosta de abraços apertados e atualmente está em um relacionamento sério com a Netflix e uma panela de brigadeiro.
Marina Alessandra

3 comments

  1. Seu texto veio em uma boa hora. Estou nesse momento assim, me despedindo de pessoas que pensei que seriam pra sempre, sabe? Uma pena que nada é pra sempre 🙁 e o pior é que a gente sabe disso, mas se força a pensar o contrário. Estou naquela fase em que minhas amigas começam a namorar e jogam a amizade pra escanteio, sabe? Aí como eu continuo sendo “a amiga solteira” acabo ficando sozinha e sem ninguém pra sair, já que todas estão namorando ou saindo sempre com um contatinho, sabe? Acontece que eu simplesmente não consigo ficar com um contatinho, me enjoo fácil dos contatinhos, hahaha! Depois de um tempo começo a achar eles chatos e aí quem joga eles pra escanteio sou eu. As vezes até mereço me sentir mal por ficar sozinha né? Mas nem sempre. Isso das amigas só me procurarem quando brigam com seus namorados ou ficam solteiras, é foda. Porque me sinto inútil, sabe? Enfim, gostei tanto do seu texto que vou publicar no Twitter 😀 (se você não gostar disso, eu apago tudo, é só falar).
    Beijos!

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